Sorriso
Teatro Só

26-06-26 Sex.

© Florian Gaertner

Sorriso

Classificação etária: M3 Duração: 35min. Entrada gratuita


Direção Artística: Sérgio Fernandes


Interpretação: Ana Gabriel, Sérgio Fernandes


Encenação: Criação Coletiva


Composição Musical: Ferdinand Breil


Músicos (gravação): Alexandre Barata, Merielou Jacquard, Pedro Rufino


Máscaras: Nuno Pino Custódio


Figurinos: Ana Baleia


Cenografia: Luis Santos


Operação Técnica: Spiros Paterakis


Vídeo: Catarina Barata


Fotografia: Florian Gaertner


Texto: Ivo Carmo

26-06-26 Sex.
10:00
Parque Carlos Reis

Esta história de amor não se inspira a partir da morte heroica de Romeu e Julieta, mas sim na vida comum de um velho casal para quem o amor se consumou numa vida de sorrisos.

“Sorriso” é um espetáculo sobre memória, solidão e envelhecimento. A morte de um assombra de solidão a vida do outro – uma solidão cuja força das lembranças dá vida a fantasmas que não desistem de amar os que ficam, zelosos anjos de guarda, invisíveis amantes cujos beijos são feitos de vento. Aquele que partiu é agora invisível, porém a sua alma abençoa e habita o ar de quem o amou, aguarda o reencontro sabendo que a vida continua para quem fica.

sobre

O Teatro Só, fundado em 2012 e sediado em Odemira e Berlim, desenvolve um trabalho que cruza máscara, teatro físico, circo e artes plásticas, criando espetáculos visuais, poéticos e sem palavra, centrados na expressividade do gesto. A companhia tem circulado intensamente com criações de Artes de Rua por Portugal, Europa, América do Sul e China. Paralelamente, promove a programação cultural — sobretudo na região de Odemira —, contribuindo para a descentralização artística no Alentejo Litoral.

Prémio do público, VIATHEA, Alemanha (2018)

This love story is not inspired by the heroic death of Romeo and Juliet, but rather by the ordinary life of an elderly couple for whom love was consummated in a life of smiles. "Sorriso" is a play about memory, loneliness, and aging. The death of one haunts the life of the other with loneliness – a loneliness whose strength, fueled by memories, gives life to ghosts who never cease to love those who remain, zealous guardian angels, invisible lovers whose kisses are made of wind. The one who has departed is now invisible, yet their soul blesses and inhabits the air of those who loved them, awaiting reunion, knowing that life continues for those who remain.