In this show designed for children and young people, a skateboarding dancer begins by confessing to the audience that she "knows nothing" about history. But soon after, before our eyes, a small country begins to take shape, and then travels across a world map carefully drawn and corrected by the young girl over more than 1200 years.
Cara
Aldara Bizarro
04-03-26 Qua.
© Catarina Santos
Classificação etária: M10 Duração: 50min. Preço: 2€
Ficha Técnica
Concepção, direcção e coreografia: Aldara Bizarro
Interpretação/co-criação: Isabel Costa
Música: Vítor Rua
Colaboração: Manuela Ribeiro Sanches
Apoio ao Desenho: David Bernardino
Apoios: cem – centro em movimento, TM Collection
Co-produção: Cine -Teatro Municipal João Mota Sesimbra, Teatro Maria Matos, Centro Guimarães 2012 Capital Europeia da Cultura, Teatro O Tempo – Portimão
Financiamentos: Jangada de Pedra é uma estrutura financiada por Governo de Portugal/Secretaria de Estado da Cultura / Direcção Geral das Artes
Parcerias: Liga dos Combatentes e REDE - Associação de Estruturas para a Dança Contemporânea (membro fundador da associação)
04-03-26 Qua.
Sala Principal
Neste espetáculo concebido para crianças e jovens, uma bailarina de skate começa por confessar ao público “não saber nada” de história. Mas logo depois, aos nossos olhos, um pequeno país se vai formando e de seguida viajando por um mapa mundi cuidadosamente desenhado e corrigido pela jovem ao longo de mais de 1200 anos.
Nesta longa viagem de ir sendo, que se estende até aos dias de hoje, assistimos de modo crítico à constituição da(s) identidade(s) portuguesa(s), em diálogo com a realidade política, cultural e económica mundiais. Através de um dispositivo simples e eficaz – uma bailarina conversando e desenhando um mapa, provocadoramente centrado num Portugal fora de escala e cheio de si, temos ao nosso dispor um conjunto vasto e relevante de informações para discutir com os nossos jovens, cara a cara: Quem somos, hoje e aqui, neste “país pequeno que faz por caber numa Europa cansada”? De que forma nos foi contada a nossa história? Como gostaríamos de continuar a escrevêla? Como podemos ser melhores portugueses?
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